O Ministério das Relações Exteriores da China exigiu que os Estados Unidos libertem imediatamente Nicolás Maduro e sua esposa, alegando que a captura em Caracas e a deportação para Nova York violam o direito e as normas internacionais.
Pequim cobrou ainda garantias de segurança para o casal e disse que a crise venezuelana deveria ser resolvida por “diálogo e negociação”, sem intervenção externa.
Na nota, o governo chinês afirmou estar “profundamente chocado” com o uso da força por Washington contra um Estado independente, classificando a operação como um ato “hegemônico” que ameaça a paz e a segurança regional.
Em um mundo já polarizado, a defesa pública de Maduro por uma potência nuclear como a China adiciona combustível ao tabuleiro geopolítico e reforça o temor de uma escalada mais ampla entre grandes potências em torno da América Latina.
Enquanto isso, Maduro já está detido em Nova York, após ser fichado pela DEA, e responde a acusações de narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de metralhadoras e explosivos.
Trump declarou que avalia os próximos passos para a Venezuela e estuda um grupo de transição, enquanto a China tenta impor pressão diplomática, transformando a prisão de um ditador em mais um ponto de atrito direto com os Estados Unidos.
Fonte: G1
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